mUtiRãO nO sOpapO

3 09 2012

Nos dias 25 e 26 de agosto teve mutiRão no pOnto de cULtura quiLOmbo do SOpapo, localizado no baiRRo CristaL, em pOrto aLegre.

Abaixo de muita chuva e frio, pessoas foram exercitar sua solidariedade com o pOnto, na bioconstrução de uma rádio comunitáRia de baRRo. Foram dois dias de trabalho em cLima de feSta. Confira algUmas imageNs!

 

preparando o pau-a-pique

 

botando o barro nas paredes

 

limpeza do dreno e da grade do pátio

 

 

 

 





25 e 26 dE agOsto tEm mUtiRão no pOnto dE cULTura!!!

17 08 2012





EstamOs ocUpando o Largo Glênio Peres, durante todo o dia! É a feSta da BiOdiveRSidade!

24 05 2012

São cerca de 40 coletivos que organizam essa feSta e muitos outros que participam, propondo atividades ou simplesmente comparecendo no Largo.

É uma feSta para comemorar a LUta. As diversas lutas protagonizadas por movimentos sociais, coletivos, comunidades, que se reúnem uma vez por ano para convergir pautas, estreitar laços e dialogar com a população da capital. É também um espaço de denúncia do capital e dos governos, que há alguns anos vem escorraçando a população dos espaços púbicos.

Em Porto Alegre temos sentido na pele a privatização dos espaços públicos, que é apenas uma das facetas estratégicas do capitalismo. No centro da cidade, essa reclamação ecoa! Começou com o Gasômetro, que foi “adotado” pela gatorade (by coca-cola company), que fez das bancas outdoors, impondo suas propagandas, ao mesmo tempo em que a Prefeitura passou a permitir o acesso dos carros à Orla, que também ali roubam o lugar das pessoas e da cultura pública. Na pracinha do gasômetro está sendo construído um estacionamento, afinal para quê espaço para a sociabilidade? Mas não somos carros! A associação de moradores tem tentado transformar esse plano, mas a suspeita é que seja tarde demais. Estacionamentos virou mania da Prefeitura, que tem transformado vários espaços ocupados pela população em estacionamento, como no caso do antigo camelódromo.

Seguindo pela Rua da Praia, logo chegamos ao Largo Glênio Peres, que foi privatizado por uma Parceria Público e Privado (as PPPs) firmadas entre a Prefeitura e a Coca-Cola (de novo!). Por acaso, depois dessa “adoção” do Largo, se fez uma lei para proibir o seu uso. Nesse ano, mais uma vez, quase tivemos a proibição da feSta da BIOdiveRSidade. Muitas feiras como da Economia Solidária e do Pêssego foram proibidas no Largo, que agora vai ganhar mais um chafariz, que afinal é bem melhor do que qualquer manifestação política ou cultural. O grupo de teatro de Rua Levanta Favela conta da dificuldade que tem enfrentado para realizar suas peças pelas ruas da capital gaúcha, que muito se orgulha de sua forte veia artística. Teatro só pras elites e de preferência que não promova muita reflexão sobre a realidade e, por favor, que não fale de política e cultura, ainda mais no período da Copa do Mundo e de eleições. O espaço do Largo foi apropriado pela FIFA para a Fanfest, que será o ÚNICO local da cidade autorizado a transmitir os jogos da copa de 2014, ou seja, se você curtia ver seu jogo de futebol no boteco com seus amigos, se ferrou… na Copa ou é na FAnfest ou verá os resultados das partidas nos jornais!

Coca-cola faz marqueting usando o espaço público

Dali até a Redenção, um belíssimo parque, que a prefeitura tem dedicado esforços para precarizar, validando a ideia de que o que é publico não funciona, sendo eficiente só a iniciativa privada, na velha tentativa do Estado Mínimo. Afinal, se fica mal cuidado, se justifica a necessidade da parceria privada, que viria arrumar o que a própria prefeitura estragou. E lá venderam para a Pepsi (que também é cola!) que além da publicidade, não passaram sequer uma vassoura. Eles não irão descansar enquanto não cercarem aquilo tudo, para poder cobrar uma entrada, que vai nos proporcionar, na melhor das hipóteses, o mesmo parque que temos hoje, mas aí com grades e com receita (que vai pro bolso de alguém). Assim também aconteceu com o Araújo Viana, que fica dentro da Redenção, que depois de um projeto mal sucedido que demandou uma reforma e mais custos, foi “adotado” e será gerenciado pela Coca-Cola (mais uma vez!) e como não poderia faltar, fizeram ali mais um estacionamento…

Assim todas as feiras, que foram conquista dos agricultores e consumidores da capital, foram sem explicação apropriadas pela Maggi e Gatorade, conhecidas pelo fomento da alimentação industrializada, comprometendo a saúde da população com coquetéis químicos, que desconhecemos suas reações em longo prazo e com a ajuda da criminalização da produção da agroindústria familiar, através da vigilância sanitária e padrões internacionais que homogenizam as formas de produção, e que nada tem a ver com agroecologia ou agricultura familiar.

E o Largo Zumbi dos Palmares? Espaço aberto propício para a realização de grandes eventos ou atividades como a capoeira e a roda de samba. Mas grupos de Capoeira têm relatado uma série de situações onde a polícia militar aborda os capoeiristas, verifica a ficha corrida das pessoas, constrangendo-as, alegando que aquele espaço não é para fazer barulho. Essa prática era realizada no surgimento da capoeira, buscando a criminalização dos escravos. Será mera coincidência?

E então chegamos à zona rural de Porto Alegre, onde áreas produtivas estão sendo transformadas em condomínios de luxo, vendidos com o rótulo de “verdes”, alterando completamente a paisagem em áreas de até quatro milhões de metros quadrados. Isso força a saída dos pequenos agricultores, que não tem como competir com a exorbitância do valor da terra, produzido pela especulação imobiliária. Isso também afeta as poucas áreas de ambiente natural, ricas em biodiversidade e nascentes, ainda presentes em uma capital.

Também pode ser coincidência o “cala-boca cidade baixa” que tem sido promovido pela prefeitura, exatamente no mesmo momento em que se discute a privatização da Orla do Guaíba. Existem relatos de estabelecimentos que foram autuados por não terem alvará (que não tem sido liberado há muitos anos pela prefeitura) e que receberam uma proposta de se transferirem para a orla, nesse caso recebendo o tão batalhado alvará, mas tendo que se comprometer a vender o ponto e não retornar a cidade baixa pelos próximos dez anos. Aí, podemos ver a lógica do livre mercado, que livra os seus compadres e ferra com a maioria. A privatização da Orla contou com a desculpa da Copa do Mundo, que além de faturar com estádios, irá vender casas com as melhores vistas para gente rica, doar extensas áreas públicas para a iniciativa privada e remover milhares de famílias de seus bairros de origem. Ter que tirar os moradores, que vivem lá há trinta, quarenta anos ou muito mais. Mas gente pobre não tem direito. E afinal quem tem direito? O que é direito? E para quem? E afinal, a cidade é para quem?

Essas são apenas algumas histórias. Existem muitas outras que ainda não foram contadas. Venha contar a sua hoje, no Glênio Peres… Afinal, onde aperta o seu sapato?

Estamos no largo! venha para cá!

VeNHA pArA O lARGO!!!





vem aí o 5º diA da bioDiVerSidadE

14 04 2011

Pelo quinto ano consecutivo, coletivos que buscam construir outra lógica de cidade, organizam o diA da bioDiveRSidadE em Porto Alegre. As reUniÕes dE oRGaniZaÇão estão ocorrendo todas as terças-feiras, itinerando pelos espaços dos coletivos. Na próxima terça, dia 18 de abril, a reunião será realizada no Casarão do Arvoredo (Fernando Machado, 464 – centro).

O palco já está sendo montado, mas o que será esse 5º Dia da Biodiversidade está em construção. Para isso será realizado um encontrão dos coletivos, no dia 30 de abril, das 14 às 18h no espaço do Comitê Latino Americano (Rua Vieira de Castro, 133, quase esquina com Venâncio Aires).

Para o CaSaTieRRa, o diA da bioDiveRSidadE representa um dos mais autênticos espaços de ação em rede, que demonstra a diversidade de coletivos e formas de ação política, que se expressam em espaços de autonomia em Porto Alegre.

Para saber mais sobre o Dia da Biodiversidade http://blogfestadabiodiversidade.wordpress.com/

Participe!





BibliOTeca dE baRRo

5 02 2011

Está em construção a Biblioteca Roseli Nunes, no Centro de Formação Sepé Tiarajú – Instituto Preservar, em Viamão. A proposta é que esse espaço de formação instigue a reflexão e a criatividade dos educandos e usuários que, a partir dessa interação possam pensar sua própria moradia, podendo questionar concepções e a lógica de mercado que envolvem a construção civil hoje.

O processo de construção da Biblioteca tem envolvido muitos dos grupos que utilizam o Centro de Formação. A participação inicia-se com os construtores do próprio movimento, se apropriando das técnicas de construção com terra e, no momento seguinte, transmitem sua experiência para os grupos que colaboram nos mutirões.

A proposta é que todos os grupos que utilizam o Centro de Formação vivenciem os mutirões, contribuindo com a construção deste importante espaço e conhecendo um pouco mais sobre a bioconstrução e o trabalho coletivo. Um exemplo foi a Escola de Formação Sul do MST, na qual cerca de 50 pessoas, durante todo o mês de julho de 2010, contribuíram na obra, construindo paredes de pau-a-pique e tijolo cru e o revestimento do telhado verde. Levaram para seus acampamentos e assentamentos, além de fotografias, muitas experiências e idéias que ampliam a concepção de moradia.

mutirão pra subir terra para o telhado

pau-a-pique na sala de cinema, batiza pelo grupo como Rosa Luxemburgo

Durante o mês de setembro O Centro de formação acolheu a Escuela Internacional de Sustentabilidad dos Amigos da Terra América Latina e Caribe – ATALC, com a participação de pessoas de 12 países da América Latina, além do Haiti e Moçambique. Foi um intenso momento de trocas culturais, com muitos relatos das realidades desses países, onde os monocultivos e as grandes corporações expulsam comunidades de seus territórios, mercantilizando a terra e a vida. A proposta da bioconstrução que possibilita o aumento da autonomia envolveu os participantes, que contribuíram com o plantio de mudas do telhado vivo e nas paredes de pau-a-pique. Os dois momentos de formação contaram a participação de Marília Gonçalves, assentada no município de Herval – Assentamento Tamoios, trazendo a experiência da bioconstrução da habitação de sua família, uma das referências de bioconstrução do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra do RS.

 

biblioteca em construção

E o trabalho na Biblioteca Roseli Nunes continua em 2011!

 





A produção associativa da HAbitAÇãO

19 08 2010

Modos contemporâneos de produção habitacional: a produção associativa

.

IAB-RS convida

Ciclo de Debates

DESAFIOS URBANOS

Debatedores:

Marcelo Kunrath da Silva – Sociólogo, e professor do IFCH/ UFRGS.

Sergio Baierle – Cientista Político e ONG Cidade

Organizações:

Eduardo Solari – Comunidade Autonoma Utopia e Luta e Cooperativa Solidária Utopia e Luta (COOPSUL)

Paulo Machado – Cooperativa Habitacional do Empregados da Empresa Brsaileira de Correios e Telégrafos do RS LTDA (COOHRREIOS).

Mediador:

Felipe Drago - Mestrando em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR) e CasaTierra


RESENHA DA ATIVIDADE

Modos contemporâneos de produção habitacional: a produção associativa

Desde a segunda metade dos anos 90 nota-se um gradativo aumento no número de políticas públicas que vêm sendo desenhadas e operacionalizadas em parceria com movimentos sociais. Neste contexto, parcela significativa das discussões sobre o tema tem como ponto de partida uma contraposição entre autonomia e institucionalização dos movimentos de moradia, tratando as relações de não enfrentamento com o Estado como indicador de cooptação. Quase nunca estas relações são tratadas como “estrutura de oportunidades” para a autonomia dos movimentos, com seus conflitos específicos. Neste sentido, a criação do MCidades em 2004 foi fruto de uma série de diálogos intersetoriais, nos quais os movimentos foram protagonistas. Este processo, no entanto, sofreu um revés conservador com a substituição do ministro em 2005, fato que prejudicou a continuidade e crescimento das políticas construídas com os movimentos. Levanta-se, portanto, uma questão atual: como estas políticas de habitação social produzidas coletivamente terão continuidade e quais as conseqüências para cada uma das partes envolvidas em termos de planejamento urbano?

Neste sentido, proposta é avaliar os resultados e perspectivas destas políticas construídas em conjunto. Uma das mais importantes é o Programa Crédito Solidário (PCS), influenciado pela política habitacional uruguaia e dos mutirões paulistas da década de 80, conquistada pelo diálogo entre MCidades e Fórum Nacional de Reforma Urbana. As organizações desta mesa construíram suas habitações através deste Programa. Foram 34.520 unidades habitacionais no Brasil até meados de 2009, com mais de R$1,2 bilhão investido. O Rio Grande do Sul foi dos estados que mais acessou o Programa, construindo 2.876 unidades habitacionais com 104 empreendimentos em 52 cidades, número só superado por Goiás, com 3.040 unidades, mas com apenas 39 empreendimentos até 2009. O Programa buscou atender aos movimentos sociais que realizaram debate e ensaiaram iniciativas em torno da autogestão na produção da habitação. De maneira geral, o Programa logrou viabilizar moradia de baixo custo acessada coletivamente por cooperativas e associações, sendo que estas características de atendimento coletivo e mútua influência entre governo e organizações sociais fizeram com que o Programa sofresse redesenho relativamente rápido (entre 2004 e 2005) e soluções inovadoras fossem encontradas. Hoje uma versão do Programa está no guarda-chuva do Minha Casa Minha Vida com o nome de Minha Casa Minha Vida – Entidades, contendo avanços importantes, porém com tendências à diminuição da participação dos movimentos.

Onde & quando:

25 de agosto, 19.30h

No IAB-RS (Rua General Canabarro 363, esq. com R. Riachuelo)





BioDiveRSidade é feSteJada cOm resistêNcia e LUta em pOrto aLegre

21 05 2010

Cerca de 70 organizações sociais envolvidas na luta pela biodiversidade promoveram na quinta-feira, 20 de maio de 2010, o 4° Dia da Biodiversidade em Porto Alegre.

O Largo Glênio Peres, ao lado do Mercado Público, tornou-se uma grande feira, com as bancas dos grupos, apresentações teatrais, oficinas, entrevistas, shows, rádio web, a presença dos mestres griôs e manifestações políticas.

Dia da Biodiversidade de Porto Alegre denuncia o ambientalismo de mercado

O Dia da Biodiversidade é comemorado durante toda uma semana com o objetivo de fortalecer relações entre esses diversos grupos e promover o debate qualificado com a sociedade, sem a intermediação da grande mídia, que acaba promovendo uma imagem distorcida do trabalho realizado por essas organizações.

A ação é local e antiga – remete a ideia de retornar aos espaços publicos da polis para debater as questoes da vida juntos,  fruto de um trabalho de articulação contínuo, sem nenhuma relação com a pauta proposta pela ONU, que somente fortalece o ambientalismo de mercado e aprofunda a problemática ambiental e social.

Estrutura geodesica de bambu marcou o ponto de partida das comemoraçoes

Pelo segundo ano  foi realizada uma ação direta, que desta vez trabalhou o tema da privatização dos espaços públicos de Porto Alegre, buscando debater com a população da capital os desmandos da especulação imobiliária, intensificados e agora justificados pela Copa do Mundo. A ação direta representou um grande leilão, onde os poderes públicos negociaram com as grandes corporações a área da FASE, a Zona Rural, o Parque da Redenção, a Orla do Guaíba, o Araújo Viana, o Largo Glênio Peres e de lambuja, a usina hidrelétrica do Belo Monte (no Alto Xingu), representando apenas alguns dos espaços que estão sendo retirados da população para servirem ao enriquecimento de uns poucos (assista em http://coletivocatarse.blogspot.com/2010/06/utopia-e-luta.html).

Ze da Terreira levita a galera no Largo Glenio Peres no 4º Dia da Biodiversidade em Porto Alegre

“Meu leilão, meu leiloeiro, meu grande Lei LOA dor!

Leiloa essa cidade, enriquece o opressor!”

A programação da semana ainda prevê para este sábado uma feira de trocas , às 14h  e o Sarau da Biodiversidade, às 18 horas, na comunidade Utopia e Luta (escadaria da Borges, Centro) além da FESTA DA BIODIVERSIDADE, que ocorrerá no Galpão do Correio do Povo, no Parque Harmonia, a partir das 22 horas.

A diversidade que organiza o Dia da Biodiversidade:

Abrace o Guaíba

Ação Griô

AgêNCia SUbverSiva cEL3Uma

Amigos da Terra – NAT

Assembléia Permanente das Entidades de Defesa do Meio Ambiente – APEDEMA

Associação de Estudos e Projetos com Povos Indígenas e Minoritários – AEPIM

Associação de Mulheres Vitória Régia

Associação Software Livre.Org

Banda Rasta Blues

Biofilia

CaSa TieRRa

Coletivo Catarse

Comuníndios

DAFE

Departamento de Difusão Cultural da UFRGS

Diretório Acadêmico da Biologia UFRGS – DAIB

DTC/UFRGS

Econsciência

Editora Expressão Popular

EMEF Gilberto Jorge

Face Nativa

Festa Batuqueira

Fórum de Educação da Restinga e Extremo Sul – FERES

GAJUP

Grupo de Agroecologia da UFPel

Grupo de Apoio a Reforma Agrária – GARRA

Grupo de Capoeira Angola Zimba

Grupo Mamangava

Grupo Viveiros Comunitários

Guayi

IGRE

Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais – INGA

Levanta Favela

Loja da Reforma Agrária

Maracatu Truvão

Marcha Mundial das Mulheres

Movimento Gaúcho de Defesa do Meio Ambiente – MOGDEMA

Movimento Hip Hop de Porto Alegre

Movimento Rastafari

MST

Núcleo de Estudos em Desenvolvimento Rural Sustentável e Mata Atlântica – DESMA

Ocupação XX de Novembro – Movimento Nacional de Luta pela Moradia

Odomodê/Afrosul

Pastoral da Juventude

Patches

Pontão Minuano

Programa Macacos Urbanos

Projeto Refletindo

Reciclagens de Tecidos

Rede de Trocas Solidárias

RODA

Sea Shepherd

SEMAPI Sindicato

Sítio Capororoca

Sítio da Amizade

Sítio do Tio Juca

Sítio Francisco de Assis

Tenda Juçara

Turbulence

Turucutá

TV Nagô / Falange de Comunicação

União Rastafari de Resistência Ambiental – URRA

Urbanus in Natura

Utopia e Luta

Uvaia

VanessinhArte / cachacinha da Vanessinha

Vanguarda Abolicionista





Uma semana para festEjar a Luta pela biOdivERSidadE

7 05 2010

O Largo Glênio Perez, no centro de Porto Alegre, volta concentrar  as comemorações do Dia Internacional da Biodiversidade.

Uma vez por ano, desde 2007, um conjunto de entidades da sociedade civil do campo e da cidade se encontram em frente ao Mercado Público, para mostrar sua produção e conversar com a população.  As atividades tem como ponto principal de concentração a quinta-feira, 20 de maio, mas a programação acontece durante toda a semana. O Dia da Biodiversidade foi criado para manisfestar os frutos da resistência ao processo de destruição dos biomas.

Edição de 2009 no Largo Glênio Peres

P R O G R A M A Ç ã O

Quinta-feira 20.mai.2010

Largo Glênio Peres

06h – Café de manhã coletivo e moNTagem da geOdéSica

10h – TaMboReada com os Mestres Griôs

10:30h – meninas da percUssãO

12h – eSpeTácUlo teatral Caravana da Ilusão, com grupo o Povo da Rua.

14h – teRtúlia em Movimentos

16h – Oficina de saMBa de rOda com o Mestre Renato

19h – Roda de capOeiRa Angola com o grupo Zimba.

20h30min – Maracatu Truvão e após BatUcadÃo Coletivo

Circuito VídeoDebate Sala Redenção

Campus central da UFRGS

  • Segunda-feira 17.05 – 14h

O céu de Suely” (2006), Direção de Karim Aïnouz (mesmo diretor de Madame Satã). Duração: 88 minutos. Debatedora: Patrícia Abel Balestrin;

  • Terça-feira 18.05 – 14h

Mokoi Tekoa Petei Jeguatá – Duas aldeias, uma caminhada” (2008), Direção Ariel Duarte Ortegas, 63 minutos. Debatedor: Ariel Duarte Ortega

  • Quarta- feira 19.05 – 14h

“O Homem Duplo” (A Scanner Darkly) 2006. Direção Richard Linklater (Mesmo diretor de Waking Life). Duração: 100 minutos. Debatedora: Cláudia Tomaschewski

Circuito VídeoDebate Quilombo das Artes

Comunidade Utopia e Luta – Escadaria da Borges – Centro

  • Segunda-feira 17.05 – 19h

13 Pueblos (2009). México; Direção: Francesco Taboada Tabone. Documentário sobre os 13 Pueblos – movimiento del Consejo de Pueblos no México.

  • Terça-feira 18.05 – 19h

É possível (2010). Brasil; Coletivo Catarse. Reportagem cinematográfica sobre os 25 anos do MST.

  • Quarta- feira 19.05 – 19h

A Revolução dos Cocos (2001). Bougainville. National Geographic.

Feira de Trocas

Sábado, 22.mai.2010

Horário: 14h

Local: Comunidade Utopia e Luta – Quilombo das Artes

Escadaria da Borges – Centro

Traga aquilo que não está mais em uso (a solidariedade) e boas trocas!

Sarau da Biodiversidade

Sábado, 22.mai.2010

Horário: 18h

Local: Comunidade Utopia e Luta – Quilombo das Artes

Escadaria da Borges – Centro

Festa

Sábado, 22.mai.2010

a partir das 22h

Shows: Rasta Blues e gurias da percussão

Local: Galpão do Parque Harmonia

Acessa a Programação completa no Blog  do Dia da Biodiversidade Porto Alegre 2010:








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